De
acordo com relatório publicado em 8 de fevereiro de no “Jornal de Psicoterapia
e Psicossomática”, um rapaz de 23 anos, casado, começou com essa vida cortando
seus braços, peito e barriga e deixando o sangue escorrer para dentro de copos
que, depois de cheios, eram bebidos com avidez.
Aos
poucos, o rapaz começou a sentir compulsões por beber sangue “tão urgentes como
respirar” e, então, passou a recorrer a outras fontes.
O
sujeito, cujo nome e cidade natal foram suprimidos, foi preso várias vezes por
esfaquear ou morder pessoas e, para evitar roubadas, seu pai passou a arrumar
bolsas em bancos de sangue para alimentar a sanha do filho.
Estudando
o caso, os médicos descobriram que alguns eventos traumáticos na vida do
sujeito e cogitam que eles possam ter desencadeado o caso.
Dois
anos antes da vontade de beber sangue dar sinais, o paciente viu sua filha de quatro
meses adoecer e morrer, testemunhou o assassinato de seu tio e viu um
assassinato brutal em que a vítima teve seu pênis e cabeça decepados.
O
paciente fala sozinho, diz ser atormentado por uma companhia imaginária que o
forçou a agir violentamente, tem lapsos de memória e relatou que já se deu
conta de estar em lugares sem ter a menor ideia de como foi parar lá.
Os
médico que cuidam do caso, liderados por Direnc Sakarya, do hospital militar de
Denizli, diagnosticaram o paciente com transtorno de múltipla personalidade,
estresse pós-traumático, depressão crônica e abuso de álcool.
O
“vampirismo” que eles tratam não é associado à figura mítica de Drácula e tudo
mais, mas é tratado como uma enfermidade — uma vez que o sujeito ingere sangue
em grandes quantidades e pode desenvolver hemocromatose, que é uma espécie de
overdose de ferro, ou contrair doenças sanguíneas de outras pessoas. (Fonte: TV Record)

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