O
par de sapatos foi encontrado dois dias depois em uma rua em Kingsford,
subúrbio do sudeste de Sydney, junto com a bolsa de Revelle, que continha o
diário e as chaves de casa.
Foi
a primeira indicação que a polícia teve que Revelle poderia estar em perigo,
mas mais de duas décadas depois seu assassino ainda não foi apanhado. E nem
sequer comprovaram que ela foi morta.
Desde
2008 uma recompensa de US$ 250 mil foi oferecida em troca de informações que
levem a achar o responsável pelo sumiço da dançarina.
Revelle
ia embarcar para uma temporada de seis meses no Japão, mas dias antes saiu para
encontrar uma amiga. Mas, de acordo com informações divulgadas pela polícia, o
então namorado dela não apareceu para o encontro.
O
ponto de alerta que começou a preocupar todos foi quando a dançarina não
apareceu para se despedir da mãe numa viagem que seria feita de trem até o
interior de Sydney.
Em
seguida descobriram que Revelle estava trabalhando para duas agências de
prostituição, a fim de sustentar e começar sua carreira no “showbiz” –
inspirada em sua mãe, que também era bailarina.
Em
entrevista recente ao jornal “Herald Sun”, a irmã de Revelle, Suellen, disse
que “nunca perdeu as esperanças que a bela e amada moça desse uma ligação,
entrasse pela porta da sala com uma explicação para tudo ou ao menos enviasse
uma carta dizendo estar viva”.
Enquanto
isso, em exatos 23 anos de investigação, o “mistério da Cinderela” continua sem
resposta. (Fonte: Revista “Glamour”)
Revelle
na última foto divulgada pela polícia (Foto: Divulgação)

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