sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

O mistério da "Cinderela”

Por 23 longos anos o paradeiro da bela dançarina loira Revelle Balmain continua um mistério. A jovem de 22 anos de idade desapareceu em 5 de novembro de 1994, quase sem deixar vestígios, exceto por saltos de plataforma de cortiça, o que deu ao caso o nome de “O mistério da Cinderela”.

O par de sapatos foi encontrado dois dias depois em uma rua em Kingsford, subúrbio do sudeste de Sydney, junto com a bolsa de Revelle, que continha o diário e as chaves de casa.

Foi a primeira indicação que a polícia teve que Revelle poderia estar em perigo, mas mais de duas décadas depois seu assassino ainda não foi apanhado. E nem sequer comprovaram que ela foi morta.

Desde 2008 uma recompensa de US$ 250 mil foi oferecida em troca de informações que levem a achar o responsável pelo sumiço da dançarina.

Revelle ia embarcar para uma temporada de seis meses no Japão, mas dias antes saiu para encontrar uma amiga. Mas, de acordo com informações divulgadas pela polícia, o então namorado dela não apareceu para o encontro.

O ponto de alerta que começou a preocupar todos foi quando a dançarina não apareceu para se despedir da mãe numa viagem que seria feita de trem até o interior de Sydney.

Em seguida descobriram que Revelle estava trabalhando para duas agências de prostituição, a fim de sustentar e começar sua carreira no “showbiz” – inspirada em sua mãe, que também era bailarina.

Em entrevista recente ao jornal “Herald Sun”, a irmã de Revelle, Suellen, disse que “nunca perdeu as esperanças que a bela e amada moça desse uma ligação, entrasse pela porta da sala com uma explicação para tudo ou ao menos enviasse uma carta dizendo estar viva”.

Enquanto isso, em exatos 23 anos de investigação, o “mistério da Cinderela” continua sem resposta. (Fonte: Revista “Glamour”)

Revelle na última foto divulgada pela polícia (Foto: Divulgação)

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